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Um baú de memórias. A vida, as escolhas e coisas que me cercam entre o Brasil e o mundo.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Tô no YouTube!
Eu sumi. Isso aqui é tão bom pra mim como terapia, mas não tá sobrando muito tempo e nem inspiração. Eis que resolvi me aventurar pelo YouTube e aqui está o resultado do primeiro vídeo! Tô super animada :)
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segunda-feira, 16 de maio de 2016
Pensamentos soltos... Reflexões... Reticências...
Há quanto tempo não escrevo aqui. Sério!... Tantas coisas aconteceram, tanta coisa mudou, tanta água rolou por debaixo da ponte desde que eu deixei o Brasil no fim de 2014.
Eu ensaiei voltar aqui no começo de 2015 (falhei, fiz um único post desejando feliz ano novo), mais uma vez tentei no início deste ano (saíram só algumas linhas) e agora cá estou eu, novamente, tentando. Afinal, o que é a vida senão uma constante tentativa, né?
Poderia falar de tantos assuntos, dos mais variados temas, mas vou tentar "flanar" pelos principais acontecimentos destes quase 2 anos.
Empaquei porque nem sei por onde começar... (
Calma, Frank!
Pois bem: eu saí do Brasil por amor. Pura e simplesmente (motivo muito nobre, a meu ver). Reuni toda a coragem que eu tinha guardada e tomei a decisão que iria mudar de vez a minha vida, ponderando prós e contras, e suas possíveis consequências. A ideia era me dividir entre os estudos em Portugal (eu estudo arquitetura) e a nova vida na Suíça (onde eu havia deixado meu coração).
Cheguei ao Porto num dia de chuva, com uma mala enorme onde estavam todos os meus pertences e uma prancheta de desenho. Expectativas eu tinha mil. Não era a minha primeira vez na Europa (muito pelo contrário), não estava esperando para conhecer a pessoa que me fez atravessar o oceano (relacionamento longo), mas estava com um misto de medo e euforia. Eu raramente sinto (ou sentia) medo.
Entre idas e vindas - em todos os sentidos - vivi as quatro estações do ano (mais de uma vez), me decepcionei na vida, no amor, nas escolhas, na falta de escolhas, passei por momentos terríveis e fases igualmente ruins sozinha, recebi ajuda de desconhecidos (que passaram a fazer parte da minha vida) e também de conhecidos que se mostraram próximos e solidários a mim e a minha falta de tato pra saber lidar com certas situações que apareceram,. Tive vontade de voltar pra casa, de recomeçar a vida de onde havia parado mas como diz a música, "eis que chega a roda-vida e carrega o destino pra lá"... Nesse meio tempo também perdi um grande amigo e a morte dele foi um baque pesado, me fez novamente pensar na possibilidade de correr pro ninho. Eu, cujo elogio que mais ouvi na vida foi corajosa, passei a sentir receio e desamparo em tudo. Fiquei completamente fragilizada. Senti na pele o que era ter que decidir e crescer. O tranco foi duro demais. Sabe quando você enche o peito de coragem e caminha pelo escuro, mas de repente ouve um ruído estranho e não sabe por onde andar? Era (ou ainda sou) eu.
Resisti. Engordei. Descontei na comida meus medos, tristezas e só percebi depois. Amei e fui fortemente correspondida (nos erros e nos acertos do amor). Tive dúvidas sobre muitas coisas (inclusive sentimentais) e pensei seriamente que nunca mais encontraria alguém que gostasse de mim novamente (#soudessas, do time do Cazuza, exagerada). Eu - melhor do que ninguém - me conheço bem e sei que não sou fácil; nunca fui; provavelmente nunca serei, mas me doou por inteira quando acredito que existam chances. E eu acreditei. Errei, acertei, mas acreditei.
2015 foi um ano pesado. Chorei como nunca antes na história desse país havia feito. Perdi, aprendi, errei, acertei. Conheci novos lugares, novas pessoas. Dei valor a cada bom momento. Rezei pro ano acabar, e quando acabou juro que uma lágrima (uma não, várias!) caiu de alívio. Eu fecho ciclos com o fim do ano. Tive boas lembranças de 2015 mas na maior parte do tempo foi mesmo uma loucura. Cruzei a barreira do 2016 como quem termina a São Silvestre, sã e salva. Agradeci a Deus por ter minha família longe mas perto no coração, agradeci por ter saúde (eu e todos que fazem parte da minha vida) e tomei um banho de sal grosso, só pra garantir :)
Nesse momento escrevo de Terra Brasilis, tô aqui por um tempo depois de quase 2 anos. Estou feliz por estar em casa, em família e no colo da minha mãe, me sinto mais calma mas ao mesmo tempo esperando pelo momento de voltar pra minha rotina e pros novos desafios que ainda estão por vir.
Recentemente me disseram que pra me sentir melhor devo evitar o excesso de "planejamento de futuro" e esse "amanhã vai ser melhor". Acho que faz sentido. Devo viver o aqui e o agora, isso é o presente.
Seguir em frente é preciso, né? Eu estou tentando todos os dias!
Paraty, 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
Por onde começar?
Ou em outras palavras: por onde contar tudo o que aconteceu comigo nesses meses de hiato "criativo" do diário?
Pois bem, é coisa demais para falar assim, na bucha, num post só. Como isso aqui serve mesmo é como diário virtual para mim, vou passando a limpo tudo o que vivi e aprendi nesse longo 2014/2015
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